A busca pela beleza passou a ser uma constante não só na vida dos jovens mas de toda a sociedade. Pessoas fazem plásticas para se parecerem com artistas famosos e muitas outras (se não as mesmas) passam horas nas academias e praticam esportes não só para terem saúde mas sim, para se adequarem ao padrão de beleza exigido pela sociedade: tem que ter o bumbum durinho, as pernas salientes, os músculos definidos, o abdômen tanquinho, sem falar ainda no nariz afilado, nos olhos claros, no cabelo liso, nos lábios a lá Angelina Jolie e nos muitos outros modelos.
As pessoas buscam se enquadrar às regras estabelecidas pela mídia e consequentemente exigidos pela sociedade, e acabam se esquecendo do que realmente importa: a beleza existente nos valores e no caráter de cada um. Você se torna belo por ser quem você é, pelas suas atitudes e formas de pensar. A beleza é efêmera, atrai mas não mantém, ninguém ama um manequim de cabeça vazia, é o conteúdo que encanta.
Os narcisistas que fazem essa incessante busca deveriam antes de mais nada se enxergarem como seres perfeitos e belos, pois todos são belos aos olhos do Pai; depois, perceberem que os exercícios físicos são sim importantes, mas para se ter saúde, não para se adequarem aos padrões narcisísticos (falo aqui de anabolizantes); e por último, mas não menos importante, passem a buscar enxergar a beleza existente nos princípios e atitudes de cada um dos indivíduos que os cercam.

E sem falar quando a gente abre uma revista em vem escrito: Use mini saia e paixone corações e blá blá blá. O mundo impurra para que amemos e vivamos para idolatrar nossa carcaça. Estúpido isso.
ResponderExcluirUm ótimo tema Iron e concordo com seu ponto de vista!
Um xêro!
Alinne, realmente se a gente for seguir o que diz a moda ou ficamos doidos ou não temos tempo de viver só pensando nas tendências.
ResponderExcluirObrigado, Xerão ^^)
é realmente amigo sofremos muito com tudo isso...mais o mais importante é e sempre vão ser as pessoas que nos amam como somos...
ResponderExcluirÉ isso mesmo Brankela e o mais importante não são as pessoas que nos amam, mas nos amarmos como somos.
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