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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Eu gosto - Pessoas

Eu gosto mesmo dessas pessoas carismáticas e cheias de empatia que se põe no lugar e raciocinam da mesma maneira que os outros fariam. Gosto daquelas que tratam todo mundo igual, fazendo isso por ser gentil e não porque isso é obrigatório. Mais que isso, gosto mesmo daquelas que me façam rir, gargalhar ou achar engraçados os seus comentários perspicazes - se não bobos - sobre alguma coisa ou alguém, sem, numa tentativa infeliz, xingar e caçoar do desafortunado.
Embora eu seja um chato, complicado e implicante, gosto de lidar com pessoas que sabem o que querem, como e aonde querem chegar, que - mesmo sendo seres de opiniões mutáveis - sigam uma mesma linha da raciocínio e comportamento, não sempre mas na maioria das vezes pensando no bem comum, na felicidade e no contentamento geral.
Gosto muitíssimo daquelas que não se deixam abater pelos primeiros "nãos" e desafios impostos na caminhada e sempre lutam, tentam e se esforçam para que tenham dias melhores, de glória e júbilo. Que mesmo tendo uma vida complicada (quem disse que ela é fácil pra alguém?) não esquece dos valores e dos sentimentos e que por conta disso não acreditam naquela falácia de que os fins justificam os meios. Admiro aquelas que nasceram com um tremendo potencial e fazem uso dele corretamente.
Gosto daquelas que não se deixam aprisionar pelos valores e princípios impostos pela sociedade e procuram conhecer cada uma das pessoas antes de sair dizendo ao mundo os seus pré-julgamentos.
No geral, gosto de vários tipos de pessoas, buscando nelas alguma dessas característica, me preocupando sempre em analisar o ser  e não o parecer (corpinho bonito).
A, também gosto daquelas que têm uma boca bonita, sempre tendo um sorriso pra colorir a minha vida.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Eros Filia Ágape

A inteligência sem amor te faz perverso.
A justiça sem amor te faz implacável.  
A diplomacia sem amor te faz hipócrita.
O êxito sem amor te faz arrogante.
A riqueza sem amor te faz avarento.
A docilidade sem amor te faz servil.
A pobreza sem amor te faz orgulhoso.
A beleza sem amor te faz ridículo.
A autoridade sem amor te faz tirano.
O trabalho sem amor te faz escravo.
A simplicidade sem amor te deprecia.
A lei sem amor te escraviza.
A política sem amor te deixa egoísta.
A vida sem AMOR... não tem sentido.
                                                                                                                                        Ágape - Marcelo Rossi

sábado, 20 de agosto de 2011

Pensamentos


E nada se mostrou, se armou, se fez presente ou se desenvolveu.
Não por nada não ter "vindo" até mim, não, mas na verdade por nada ter me dado motivação ou coragem suficientes para que gastasse a ponta do meu lápis.
Não que o que tivesse vindo fosse reflexão ou pensamentos baratos, não, os que vieram um dia sairão só que por os considerar tão bons e impactantes, decidi deixá-los para um outro momento.
Um outro momento em que eu possa dar-lhes o devido valor e analisá-los, e antes de escrever pensar um pouco sobre cada um deles para, aí sim, ter argumentos que sustentem o meu ponto de vista.
Mas não quero dizer que meu ponto de vista é irrefutável. O que quero dizer é que primeiro preciso entendê-los e depois fazer umas espécie de "tradução" de como os encaro.
Em relação a refutá-los, isso pode acontecer sem dúvida nenhuma. Talvez porque (mesmo que eu tenha tentado) a minha "tradução" não lhe convenceu, talvez porque a sua forma de encarar tais situações seja diferente da minha ou que os seus princípios não aceitem de forma alguma tais pensamentos.
O importante é que a sua maneira de pensar, de encarar tais situações, ou valor dado a alguns sentimentos e pequenas atitudes se confrontem com os meus. Nesse confronto épico e memorável não haverá mais forte ou mais fraco, esperto ou estúpido, veloz ou lento. Haverá dois ou mais guerreiros que reconhecem no outro a experiência e a história do adversário e que, por este motivo, irão selar a paz através de um aperto de mãos e da tolerância que terão um para com o outro.

sábado, 13 de agosto de 2011

Nós podemos sim, mudar nosso mundo

PS (pré-scritum): Quem acompanha o blog, me dá alguns minutos do seu preciosíssimo tempo e sempre lê meus textos, ou as vezes, por ter tempo livre, me visita, deve ter notado que na maioria das vezes não posto na data da comemoração, mas sempre o faço no dia seguinte.
Para não fugir do costume, segue o texto sobre o Dia Internacional da Juventude, comemorado ontem (12 de agosto) e que foi criado pela Onu em 1999, tendo este ano o tema “Mudar nosso Mundo”.




Juventude. Se essa palavra pudesse ser vista em um elemento da natureza, para mim, ela se "encarnaria" no fogo. Não por ser devastador, mas por ser um elemento que se alastra e que se mantém aceso independentemente das adversidades e da idade.
Sim, ser jovem não depende da idade. Particularmente associo ser jovem a vontade de viver e também ao fato do jovem não se acostumar com as dificuldades, sempre usando o espírito revolucionário presente em seu interior para mudar as situações adversas.
Tendo como base estas duas características que (acredito) se encontram nos jovens - vontade de viver e não se acostumar com as dificuldades - elenco ainda uma terceira (que já é do conhecimento de Alinne): nós jovens somos "herdeiros do fogo". Pode parecer estranho, mas associo essa herança a duas coisas: a vontade que temos de vencer na vida e a de tentar mudar o mundo, que são desejos presentes no jovem desde a sua primeira geração.
Poderia falar dos desafios que muitos jovens enfrentam diariamente e que muitas vezes os castram (o exigente mercado de trabalho, um ensino que não é de qualidade, um sistema burocrático, a falta de oportunidades, violência) mas prefiro tentar conscientizar os jovens da grande responsabilidade que eles tem: a de poder, sim, mudar o mundo. O futuro da nação, o futuro do planeta, o futuro das futuras gerações, todos estes "futuros" dependem umbilicalmente das atitudes que eles possam vir a tomar.
O que não deve passar pela cabeça dos jovens, muitos menos fazer parte do seu dicionário é a acomodação. Muitos jovens hoje poderiam ser enterrados vivos, falta-lhes o "fogo". Falo porque já ouvi de uma adolescente: "Não adianta lutar, no Brasil nada vai para frente". É realmente não vai. Não vai se dependermos de pessoas como ela, que é uma acomodada e que tem medo de nadar contra a maré.
 Cabe aos jovens, não só na idade, lutar pela mudança dessa tão caótica e confusa sociedade em que vivemos. Cabe a nós não nos acomodarmos, lutarmos pelo bem social e do planeta, defendermos causas impossíveis, reivindicarmos atitudes dos políticos que prezem pela justiça social, tragam melhoramentos no sistema básico de ensino, no acesso a saúde, melhorem as condições de moradia da população e efetivem os direitos humanos. Cabe a nós sanarmos essa infecção que já está virando uma pandemia entre os adolescentes, adultos e idosos: a acomodação.
Acredito que com o nosso espírito jovem, lutando juntos pelo bem da sociedade e do planeta, poderemos sim mudar o mundo. Um bom dia da juventude, - que assim como os outros dias deve ser comemorado diariamente -  e que a gente consiga alastrar esse fogo entre os acomodados.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Nota de esclarecimento


Embora o contexto com o qual estamos vivendo seja diferente ao das dúvidas pessoais, existenciais e por que não dizer humanas (crise externa, uma possível greve na rede federal de ensino, casos de corrupção nos ministérios, problemas políticos, econômicos, culturais e ambientais) sou pego agora por uma dúvida  - que para mim é muito importante: por que será que as pessoas confundem admiração com “puxassaquismo”?
É válido dizer que muitas pessoas (que eu considero fracas) usam desse artifício para se promoverem e com isso alcançarem um cargo, conseguirem favores ou uma simples nota. Elas, com toda a sua pequenez, preferem elogiar, presentear e encher de regalias alguém na esperança de conseguir alguma coisa em troca – e esse não é o meu caso.
Falo porque ao elogiar uma professora me disseram: “Você é um puxa-saco dela”. Não, eu não sou. Diria que na verdade nada mais sou do que alguém que reconhece o mérito do outro e por este motivo o toma como exemplo (talvez por sua história de vida, por aquela pessoa ser como ela é ou por ter vencido na vida e por continuar crescendo).
Essa nota de esclarecimento mais do que esclarecer que eu não sou puxa-saco (reconhecedor, diria até esforçado) vem para agradecer e dizer o quanto Andréa, mesmo durante pouco tempo, conseguiu me cativar a ponto de dizer que sou seu fã.
Agradeço por ela ter me ensinado não só gêneros textuais, intenção comunicativa, coesão, coerência ou concordância verbal, mas por ela ter me ensinado, também, coisas que me servirão não só durante o meu tempo no IFRN, mas levarei comigo durante toda a minha vida, como por exemplo: a me esforçar para melhorar mesmo nas matérias que eu tenho afinidade (português) e também a ser claro, objetivo e sincero tanto para com as outras pessoas quanto para comigo mesmo e tantas outras dicas dadas por ela.
Acredito que falo não só por todos do Alimentos Subsequente Noturno 2011.1, mas também por todos que tiveram a honra de serem alunos dessa magnífica professora ao dizer: “Obrigado Andréa por todos os pressupostos e a prioris ditos para gente numa tentativa de fazer com que entendamos o assunto, vamos sentir falta das suas correrias nos corredores e da sua sinceridade durante as aulas. Desejamos-lhes um muito boa sorte nessa nova etapa de sua vida e que um dia você possa voltar a ser professora do Campus Currais Novos”.
                                                                              Um grande abraço do seu fã,
Iron   

domingo, 31 de julho de 2011

O diferente é também igual


A temática sobre igualdade entre os indivíduos infelizmente é um tema rotineiro - e digo infelizmente pois se realmente houvesse igualdade entre as pessoas esse tema não seria assunto de tantas reportagens, rodas de conversas e coisas afins.
O indivíduo por se apresentar, pensar e agir de forma diferente de um determinado grupo de pessoas (talvez a maioria da sociedade) é encarado com outros olhos, olhos que ignoram, punem, excluem e não o aceitam  da forma que ele é.
Já dizia Rousseau: "O homem nasce livre e por toda parte está agrilhoado". A sociedade nos obriga a sermos iguais a maioria, termos os mesmos gostos, o mesmo tipo físico, seguirmos a mesma religião, a mesma linha de pensamento consumista e ainda a termos a mesma "orientação" ou "opção" sexual sem levar em consideração que embora diferente cada ser é especial e tem o seu valor pela sua maneira de ser. 
Até aí todos nós já sabemos mas, o que realmente temos feito para que haja uma mudança nessa realidade tão perturbadora? Pessoalmente acho que para mudarmos isso, temos de fazer presente nas nossas vidas o ensinamento de Jesus (que é o de amar ao próximo) e que de certa forma foi reafirmado no artigo 1º da Declaração dos Direitos Humanos: "Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade". Ao fazermos isso amaremos e aceitaremos o próximo independentemente de sua cor, credo ou opção sexual.
Além disso, precisamos transformar a nossa mente diante de qualquer tipo de preconceito, buscarmos enxergar que embora sejamos diferentes temos um fator muito maior que nos une: somos todos de uma mesma espécie e ainda percebermos que juntos poderemos fazer e melhorar muito mais coisas do que conseguiríamos se estivéssemos sozinhos.    

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Lutando contra a corrupção


Nos dias de hoje é comum vermos em jornais, revistas e noticiários informações sobre a corrupção não só internacional: jornais que invadem a vida de pessoas para ter posse das informações, mas corrupção também a nível nacional: empresas pagando propina à políticos, super faturamento de obras públicas, nepotismo, políticos beneficiando empresários, enviando dinheiro público para suas contas e tantas outras notícias de roubalheiras e falcatruas que por serem quase que rotineiras acabam tornando-se comuns para gente.
Muitas vezes ficamos de braços cruzados diante dessas informações, talvez pro pensarmos que não tem mais jeito de melhorar e quando reclamamos, reivindicamos uma mudança, não o fazemos com a força e estímulo que esse movimento deveria ter.
Não que eu queira tirar a força desta reivindicação, não; os políticos realmente tem de mudar esse comportamento corrupto e ilícito, mas gostaria de atentar ao fato de que nós, embora não percebamos, algumas vezes também somos corruptos: ao furarmos uma fila, passarmos durante o sinal vermelho, estacionarmos em uma vaga de deficientes, sermos apadrinhados por alguém, estamos sendo corruptos e talvez nem percebamos.
Devemos nos policiar para que nessas pequenas situações não nos corrompamos e não nos deixemos acomodar com a corrupção que convive conosco todos os dias e é tão bem ilustrada nos noticiários, para que possamos juntos, vencer a corrupção.